quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Permanente e tintura para Cílios

Tenha cílios de boneca em 50 minutos




Já imaginou você não perder mais tempo maquiando os olhos? Acordar linda e bela depois de uma noite de sono, como se estivesse eternamente de rímel, sem nenhum borrão?





A técnica visa alongar e curvar os cílios.

Em busca de um olhar mais sensual, as donas de cílios retinhos e achatados apostam em pestanas mais curvadas, alongadas e charmosas, como se estivessem o tempo todo usando rímel.
Com essa nova técnica de permanente, é possível acentuar a curvatura natural dos cílios, proporcionando assim uma maior expressividade e luminosidade ao olhar, além de realçar a aparência do rosto.

Saiba mais sobre a técnica.
Na primeira etapa é feita uma higienização da parte dos olhos, com um demaquilante. Depois disso, a esteticista aplica um hidratante para proteger os cílios superiores. Enrolados em microbobis com cola, os cílios recebem o líquido de permanente que age durante 15 minutos. Na próxima etapa, é aplicado um neutralizante fixador também por mais 15 minutos. Finalizando, os microbobis são retirados, e tingem-se as pestanas com tinta especial. Um creme para tonificar é o toque final. A técnica dura até 2 meses, tempo em que ocorre a mudança natural dos cílios.

O preço varia de R$ 30, 00 á R$ 80,00.

sábado, 19 de dezembro de 2009

História da Maquiagem







Tudo começou no Egito...
É no antigo Egito que vamos encontrar os primeiros testemunhos do uso de cosméticos. Os faraós tinham nas perucas coloridas formas de distinção social e consideravam a maquilagem dos olhos ponto de destaque fundamental para evitar olhar diretamente para Rá, o deus -sol.
As misturas de metais pesados davam o tom esverdeado para impregnar e proteger as pálpebras dos nobres. É também com a civilização egípcia que surge a distinção: "Mulher de pele clara" e "Homem de pele escura". Cleópatra bem representou o ideal de beleza daqueles tempos. Carismática e poderosa, a Cleópatra imortalizou seu tratamento banhando-se em leite, cobrindo as faces com argila e maquilando seus olhos com pó de khol.





Pele clara, obsessão universal
Dizia-se que Popéia tinha a pele muito branca graças ao resultado de constantes banhos em leite de jumenta. Ela lançou moda e todas as romanas abastadas eram dadas às máscaras noturnas, onde ingredientes como farinha de favas e miolo de pão se combinavam ao leite de jumenta diluído para formar papas de beleza. Mas a verdade é que a bela complementava seus tratamento de clareamento da pele maquilando as veias dos seios e testa com tintura azul. Esta aparência translúcida foi imitada em misturas de giz, pasta de vinagre e claras de ovos durante muitas décadas.
Conta a lenda que Psyché foi buscar no inferno o segredo da pele branca da deusa Vênus, trazendo a cerusa, ou alvaiade, para compor suas fórmulas mágicas. Até a Renascença italiana esse mesmo alvaiade era usado durante o dia pelas lindas mulheres nobres, que à noite cobriam suas faces com emplastros de vitelo crú molhado no leite afim de minimizar os efeitos nocivos causados pelo alvaiade. O Kama Sutra, escrito entre os séculos I e IV, define a mulher ideal como Padmini, aquela que tem "...a pele fina, macia e clara como o lótus amarelo..." No Japão, do século IX ao XII, período de Heian, a valorização da pele branca era regra geral. Para obter a aparência extremamente clara as mulheres aplicavam um pó espesso e argiloso feito de farinha de arroz, chamado oshiroi. Depois passaram também à usar o beni, pasta feita do extrato de açafrão, para colorir as maçãs do rosto.
Aproximadamente em 150AC o físico Galeno criou o 1o creme facial do mundo, adicionando água à cera de abelha e óleo de oliva. Mais tarde o óleo de amêndoas substituiu o azeite e a incorporação de bórax contribuiu para a formação da emulsão, minimizando o tempo de processo. Estava aí a primeira base para sustentar os pigmentos de dióxido de titânio e facilitar a aplicação na face; nascia a base cremosa facial.


Começam os obstáculos...
Mas nem só de aprovação caminhou a história dos cosméticos coloridos. Na Roma antiga a indignação masculina frente aos artifícios femininos de usar produtos para maquilagem está registrada em obras imortais, como escreveu Ovídio "...Seu artifício deve permanecer insuspeito.
Como não sentir repugnância diante da pintura espessa em sua face se dissolvendo e escorrendo até seus seios? Por que tenho de saber o que torna sua pele tão alva?..." Andreas de Laguna, o médico espanhol do Papa Julius III, dizia que a maquilagem das mulheres era tão espessa que dava para cortar "a nata da torta de queijo de cada uma das bochechas"





A beleza entra na mira da igreja
Os líderes religiosos expressavam sua indignação contra o uso de artifícios coloridos. No relato de São Jerônimo fica evidente a reprovação do ato de maquilar-se, visto como força do mal e da impureza. "...O que faz essa coisa púrpura e branca no rosto de uma mulher cristã, atiçadores da juventude, fomentadores da luxúria, e símbolos de uma alma impura?..."





Propaganda enganosa X bruxaria
No final do século XVIII, o Parlamento inglês recebeu a proposta de uma lei que tentava impor sobre as mulheres a mesma penalidade por adorno que era imposta por bruxaria. O termo desobrigava de suas responsabilidades os maridos que haviam casado com uma "máscara falsa": "Todas as mulheres que à partir deste ato tirarem vantagem, seduzirem ou atraírem ao matrimônio qualquer súdito de Sua Majestade por meio de perfumes, pinturas, cosméticos, loções, dentes artificiais, cabelo falso, lã de Espanha, espartilhos de ferro, armação para saias, sapatos altos ou anquilhas, ficam sujeitas à penalidade da lei que agora entra em vigor contra a bruxaria e contravenções semelhantes e que o casamento, se condenadas, seja anulado..." É hilária a carta publicada no jornal britânico The Spectator, no ano 1711, onde um marido aflito desabafa... "Senhor, estou pensando em largar minha mulher e acredito que quando o senhor considerar o meu caso, a sua opinião será a de que minhas pretensões ao divórcio são justas.
Nunca um homem foi tão apaixonado como eu pela sua fronte, pescoço e braços alvos, assim como a cor azeviche de seus cabelos. Mas para meu espanto descobri que era tudo feito de arte: sua pele é tão opaca com esta prática, que quando acordou de manhã, mal parecia jovem o suficiente para ser mãe de quem levei para a cama na noite anterior. Tomarei a liberdade de deixá-la na primeira oportunidade, à menos que seu pai torne sua fortuna apropriada às suas verdadeiras , e não supostas, feições..." O rei Henrique VII mandava os pintores retratarem suas pretendentes matrimoniais, pedindo também às pessoas que cercavam a rapariga que respondessem um extenso questionário sobre a futura esposa.
As instruções previam saber como era o rosto, se estava pintada e se havia algo "perto dos lábios", referindo-se ao uso de batons e brilhos. Elizabeth I, a rainha virgem, que assim ficou famosa por ter morrido sem se casar, usou até o final de seus dias as faces cobertas de branco, as maçãs pintadas com círculos vermelhos bem definidos e a cabeça coberta por uma peruca de cabelo ruivo e dourado.





E a vaidade vence...
Mas apesar da postura radical da igreja e dos costumes rígidos, com os desenvolvimentos científicos o ato de pintar os lábios tornou-se moda desde o século XVII, quando as pomadas coloridas tornaram-se mais acessíveis e seguras. Ainda no século XVI a preocupação com higiene pessoal foi deixada de lado, o que ironicamente contribuiu para o crescimento do uso da maquilagem e dos perfumes.
O primeiro estilista surgiu no século XIX, quando um verdadeiro artista traz uma nova fonte de prestígio à moda; Charles Frederick Worth abriu sua loja em Paris em 1858, para vender modelos de casacos e sedas de primeira classe. A imperatriz Eugénie, esposa de Napoleão III era sua mais famosa cliente. Em 1885 é fundada a Chambre Syndicale de la Couture Parisienne, regulamentando a arte da alta costura. Paul Poiret, Madeleine Vionnet, Coco Chanel, Christian Dior, Cristóbal Balenciaga, Hubert Givenchy são alguns dos nomes que mudaram a história da moda no mundo, causando a necessidade de uma mudança de patamar na indústria de produtos para maquilagem.
Durante os 100 anos seguintes Paris firmou-se como autoridade em moda, trazendo para o mundo da maquilagem um novo alento. Podemos dizer que a popularização da moda aconteceu em 1892, com o lançamento da revista Vogue, tendo em seus primeiros números personalidades como Gertrude Vanderbilt Whitney, vestindo suas próprias roupas. Quando Condé Nasta comprou a revista, em 1909, a publicação passa à ter um enfoque mais atraente, mostrando objetos do desejo para todas as mulheres.
É somente no século XX, com os avanços da indústria química fina, que os cosméticos se tornam produtos de uso geral. Em 1921, Paris é palco de uma verdadeira revolução na história do batom; é primeira vez que um produto desta categoria é embalado num tubo e vendido em cartucho. O sucesso é tal que em 1930 os estojos de batom dominam o mercado americano, trazendo uma nova fase para o desenvolvimento destas formulações. A morena Marilyn Monroe usava maquilagem clara e pintava lábios vermelhos intensos, atraindo e intensificando sua feminilidade.
O maquilador americano Kevyn Aucoin conta que em 1967, ainda criança, quando confundiu a maquilagem branca -rosada intensa de uma vendedora de cosméticos com a aparência deixada pela aplicação de loção de calamina. Esta mistura de óxido de ferro vermelho e óxido de zinco era muito usada, na época, para aliviar o desconforto causado por picadas de insetos. A ingenuidade de Kevyn levou-o à comentar com a moça o quanto ele estava penalizado por sua dor! Como resposta deparou-se com um silêncio sepulcral, que só foi entendido pelo menino quando sua mãe, já a caminho de casa explicou que se tratava de maquilagem e não remédio... Na década de 70 as cores de maquilagem tornaram-se populares, acompanhando as coleções de alta-costura francesa, italiana e inglesa.
Cada vez que um grande costureiro lançava uma nova coleção de cores e formas para as roupas, lá vinha um tom de sombra específico para os olhos, uma nova cor de boca. Dior, Chanel, Yves Saint Laurent e todos os grandes fabricantes ousavam e enchiam os olhos das mulheres de todo o mundo com suas criações cada vez mais tentadoras. E é no final da década de 80 que entram em lançamento as fórmulas evoluídas para cosméticos pigmentados. Às beiras do novo milênio finalmente entram em cena fórmulas baseadas em tecnologia de vanguarda, cujo uso garante propriedades bem interessantes para nossa beleza, como proteção solar, umectação e controle do envelhecimento da pele.
Nos anos 90 a era do benefício visível ganha importância vital. A haute couture toma rumos inteligentes nesta nova era. Estilistas ingleses de vanguarda como John Galliano e Alexander McQueen vêm dar uma ventilada nas conservadoras Dior e Givenchy, alterando mais uma vez a história da moda & make-up. Hoje podemos nos beneficiar do produto que colore e trata a pele, limpa, perfuma e protege os cabelos, como nunca antes na história da humanidade. Yohji Yamamoto, Rei Kawakubo, Helmut Lang e Ann Demeulemeester apontam para uma nova era, a era da Beleza Inteligente, onde cada ser possa encontrar seu equilíbrio na roupa, no cheiro e na cor.







Fonte: www.maquiagemfacil.com.br





sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Cílios postiços: o truque de make do momento





Você sonha com um olhar marcante e hiptnótico? Tem uma festa e precisa arrasar? Quer se sentir celebridade por uma noite? Um par de cílios postiços é tudo de que você precisa. Pode acreditar: esses pequenos pêlos falsos possuem poderes quase mágicos. "É uma febre, todas as mulheres querem colocar", afirma Cayo Lanza, maquiador do Studio W, favorito das mulheres chics cuja agenda social não dá sossego. Elas, que estão sempre impecáveis nas melhores festas da cidade, são ótimo termômetro para saber o que é in agora.Com a quantidade de máscaras de cílios poderosas que têm aparecido no mercado, você há de se perguntar se um produtinho desses não basta. A resposta é: não. "A máscara é suficiente para realçar o olhar, claro. Mas os cílios postiços dão um efeito extra de volume e tamanho, por isso são ideais para uma ocasião especial", diz Cayo.Se você já se convenceu e quer experimentar, a boa notícia é que dá para fazer em casa. Um tiquinho de paciência e os instrumentos certos garantem um novo olhar em questão de minutos. Quem ensina o passo-a-passo é Cayo, no vídeo que você vê aqui – mas antes de ver, leia algumas dicas importantes.Segundo o maquiador, o ideal é usar um postiço que vá do canto externo até a metade do olho. Você tem três opções: comprar o que já vem nesse formato (no Brasil, dá para encontrar na M.A.C, por R$ 47); cortar a ponta de um postiço inteiro ou comprar os que vêm em fileira, que você corta do tamanho que bem entender (na Bibelot, sai por R$ 20, em média). Esqueça dos minitufos, aqueles que vêm em porções individuais, mais difíceis de colocar.Quanto ao tamanho dos pelinhos, é bom que eles sejam levemente maiores do que seus cílios naturais – e não mais do que isso. E o rímel, vem antes ou depois? "Antes, pois ele prepara os cílios para receber o postiço". Cole o postiço o mais rente possível da raiz e complemente com um traço muito suave de delineador. Evite o risco de parecer uma drag queen: termine com um make não muito exagerado.
Checklist
Cílios postiços.
Cola específica – ela fica transparente quando seca e não irrita os olhos.
Pinça – para ajustar os postiços no lugar.

Por Gloria kalil em 26.11.2007

Sobrancelhas: evolução e história



Elas não são apenas um simples detalhe no rosto. As sobrancelhas equilibram as linhas e expressões ou mesmo marcam o olhar.

Hoje em dia não existe uma tendência fixa, há um pouco de tudo. Mais grossas, que remete aos anos 80, ou desenhadas. “Mulheres de 40 e 50 anos buscam as mais fininhas, com pouquíssimos pêlos. Isso já vem de antigamente onde era comum ficar apenas com um fio de sobrancelha”, explica a maquiadora Rosângela Bazalia.
Nos anos 30, por exemplo, as mulheres chegavam até depilar todos os pelinhos e desenhar um traço fino apenas com lápis. Depois disso, estrelas de Hollywood ditaram algumas tendências: desenhos bem comportados e mais desenhados. Desde o modelo arqueado de Rita Hayworth, passando por Greta Garbo, com olhar mais sedutor e misterioso, até as super levantadas que tornaram Marilyn Morne ainda mais sexy.
Mas é claro que também havia as suas exceções. Vale lembrar-se de Elizabeth Taylor. Ela costumava tingi-las de preto, como as egípcias, para ressaltar os olhos, como no filme Cleópatra. Também não podemos das sobrancelhas volumosas da pintora Frida Kahlo, que reforçaram o seu rosto latino.
Mesmo assim, apenas nos anos 80 é que as sobrancelhas voltaram mais ficar cheias e largas. Malu Mader e
Ana Paula Arósio ainda continuam com fios volumosos, escuros, mas não tão rebeldes quanto antes, quase "monocelha".
Na década passada, as sobrancelhas voltaram a ficar mais finas, um visual parecido com Cindy Crawford. Atualmente, a idéia é limpar o rosto e deixar um desenho mais natural. Finas, grossas, enfim, o mais importante é seguir a linha das sobrancelhas e deixá-las bem cuidadas, como as da atriz Flávia Alessandra.
Segundo a maquiadora, o mais importante é saber compor a sobrancelha com o formato do rosto, além de sempre mantê-las definidas e bem preenchidas, por isso a importância de procurar um bom profissional. “Se ela for bem feita consegue até tirar a fisionomia de uma pessoa triste, caso o seu olhar seja caído”.
Para aquelas que já fizeram um pequeno estrago com a pinça e não querem investir na sobrancelha definitiva, a dica é preencher com lápis e sombra. “Quem faz em casa deve pelo menos desenhar o contorno que gosta ao redor da sobrancelha, isso com ajuda do lápis. E só tirar o excesso dos pêlos. Sem dúvida vai evitar alguns estragos”, completa.
Por Juliana Lopes